segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Poeminha do apego

A saudade fez das suas roupas
meu amuleto
e hoje, para enfrentar o medo

vivo debaixo das suas saias.





(Renata Santana filha)

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Poeminha da solidão inesperada

Eu não sei se voce é de lua
que flutua
entre fases
como gases
pelo céu anil que eu te dei.


(Renata Santana)


*(Poema de 2008 encontrado hoje numa caixa de email vã e abarrotada de spam, a minha.)

domingo, 7 de novembro de 2010

De tanto mar

Maresia
Comeu meus olhos
minha fantasia
desfez o barco
que me levaria
a caminho de outro mar

E há tanto mar
Amar
Na minha ilha
Onde mareio
Sozinha
E sem saber nadar

Maresia,
Comeu
Desfez
Secou
todos os mares..

Onde Amar
Há males

E eu,
– Nau
frágil.


(Renata Santana)